Pets - Cuidados no verão

Cuidados com o Pet no Verão

Cuidados com o Pet no Verão
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Neste período do ano, é preciso redobrar a atenção com os animais domésticos, principalmente para evitar quadros de hipertermia, o aumento da temperatura acima do limite normal, que varia de 36 a até 40ºC em algumas partes do Brasil.

Ah, o Verão… A época do ano mais esperada pelos seres humanos nem sempre é tão bem-vinda para os animais de estimação.

Isso porque as altas temperaturas incomodam os peludos e é responsabilidade dos tutores amenizar o lado ruim do calor na vida dos pets.

Ao contrário dos humanos, os cães e gatos não transpiram, pois não tem glândulas sudoríparas. A troca de calor se dá pela respiração, quando as trocas de ar quente e frio acabam resfriando o sangue, que então resfria o corpo.

É uma troca de calor bem ruim comparada a nossa, por isso eles têm um risco aumentado de ter hipertermia, o que é extremamente perigoso e pode ser fatal.

Hipertermia em Pets é extremamente perigoso e pode ser fatal.

Quando nossos animaizinhos de estimação estão com calor, dão alguns sinais: Boca aberta o tempo todo, respiração ofegante e dificuldade para caminhar são comuns nessa época.

Algumas raças mais sensíveis podem apresentar hipertermia, pressão baixa, vômitos e insolação. Para evitar esses sintomas nos seus animais de estimação, é preciso adotar alguns cuidados.

Abaixo, trazemos algumas dicas para que você aproveite o melhor do verão ao lado do seu pet, com muita saúde e disposição. Confira:

Espalhar potes de água fresca pela casa

Os tutores de pets precisam redobrar o cuidado com a hidratação dos animais no verão.

É importante que os animaizinhos tenham sempre água fresca e limpa disponível. O ideal é trocar a água assim que ela começar a esquentar.

Para quem passa o dia fora de casa, a dica é:

Espalhe vasilhas com água em lugares com menor incidência de luz.

E durante os passeios, deve-se oferecer água ao animal a cada 20 ou 30 minutos.

Cuidado com o sol

Entre 10h e 16h é o período mais quente do dia no verão, e, por isso, é contraindicado fazer passeios nesse horário.

Evite passear com seu pet entre 10h e 16h

Assim, o tutor evita que o cãozinho queime as patas (coxim) no asfalto quente e também protege a pele dos pets, que pode ser prejudicada pelos raios de sol.

Outro cuidado importante com as altas temperaturas é com relação aos cães braquicefálicos, isto é, os peludos que possuem um focinho curto.

Isto porque a passagem de ar funciona com precariedade principalmente nesta época do ano, fazendo com que o animal apresente problemas respiratórios graves.

Assim, sempre dê preferência a passeios em horários mais frescos.

Os melhores horários para passear com cães são aqueles em que o sol está mais fraco, como antes das 10 horas da manhã ou depois das 16h.

Também é preferível trocar o asfalto pela grama – o chão quente pode causar lesões nas patas dos cachorros.

Evitar locais quentes e fechados

A exposição ao calor excessivo pode causar um fenômeno chamado intermação: a temperatura do corpo ultrapassa os limites fisiológicos que permitem a troca de calor com o ambiente.

Órgãos e sistemas começam a falhar, levando o animal à morte. É preciso evitar que os pets fiquem fechados em lugares quentes, como acontece quando os donos vão a alguma loja que não permite a entrada de animais e deixam os pets trancados no carro.

Em hipótese alguma deixe o animal sozinho dentro de um carro fechado

A não ventilação dentro do automóvel pode ser fatal para os cães. Caso a viagem seja longa, procure fazer várias paradas ao longo do caminho.

Desta forma, o seu animal de estimação poderá caminhar um pouco, fazer suas necessidades e ainda se hidratar.

Pelo e pele

Sempre após o pet ter contato com areia, é ideal passar a escova no peludo. Desta forma, é possível evitar o acúmulo de areia.

Após as atividades ao ar livre, onde o cão entra em contato com o vento, água do mar, piscina, areia, grama, etc, é indicado que ele passe por banhos e escovações.

Assim, minimiza-se os efeitos do acúmulo de sujeira. Cães de pelos longos precisam de cuidados maiores, tendo em vista que os pelos podem embaraçar com mais facilidade, criando nós e até machucando a pele do pet.

Use protetor solar no cãozinho, principalmente em áreas sem pelo, e expostas ao sol. Isto porque câncer de pele é um risco real nos cães.

Piscinas ou mar

No verão, as pessoas aproveitam para curtir praia ou piscina, mas estes ambientes também requerem cuidados com relação aos pets.

Um deles, por exemplo, diz respeito ao primeiro contato que o pet tem com os elementos da praia. A princípio, ele pode ficar bastante assustado com toda a agitação.

Desta forma, é ideal usar uma coleira logo nos primeiros momentos, evitando fugas ou outros problemas que podem ser desencadeados por estresse por parte do peludo.

no caso da piscina, é muito perigosa, pois eles não sabem como sair muitas vezes e morrem afogados. Piscina somente com supervisão, e deve ter grade que impeça a entrada do pet em momentos que o tutor não está junto.

Ficar atento a sinais de doenças

Micoses, piolhos, sarnas e parasitas de pele são mais comuns no verão.

Para evitar que o animal contraia alguma dessas enfermidades, recomenda-se evitar levar o pet a locais muito frequentados por outros animais, aplicar remédios antipulgas e procurar um veterinário se perceber sinais como vômito ou diarreia.

A Pet Center Canoas dispõe de produtos para evitar e combater pulgas e carrapatos!

Tosar o pelo do animal (inclusive do gato)

A tosa refresca o animal e facilita o banho. Ela é recomendável principalmente para cães de raças mais peludas, como o golden retriever e o husky siberiano, e até para gatos de pelagem cheia, como o persa.

A chamada tosa higiênica, aquela que corta os pelos da região do ânus e dos órgãos genitais, é indicada para a higiene de raças menores, como shih-tzu e lhasa apso.

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Aplicar protetor solar

É isso mesmo: animais também precisam se proteger contra o câncer de pele.

A recomendação vale principalmente para cães e gatos de pele clara (a cor da barriga do pet indica se ele se inclui nessa categoria), que sofrem mais com a incidência dos raios solares.

O filtro deve ser aplicado em regiões sem pelos, como focinho e orelhas, em média a cada duas horas – ou menos, em caso de contato com água.

Não se deve usar o protetor solar de humanos

O produto feito especialmente para animais não oferece riscos de intoxicação se for lambido pelos bichos.

Em caso de dúvidas, consulte um médico veterinário!

Dar banhos

No verão, cães e gatos podem – e devem – tomar, em média, um banho por semana.

Além de contribuir para a higiene, o hábito refresca os animais. A recomendação é lavá-los com água em temperatura ambiente e xampu especial para pets, neutro e hipoalergênico.

É preciso secar bem o bicho para evitar a umidade, condição que favorece o aparecimento de parasitas.

Depois de tirar o excesso de umidade com uma toalha, veterinários sugerem utilizar um secador de cabelo em uma temperatura média, a uma distância de pelo menos um palmo do corpo.

Atenção ao lugar da caminha

Quando cachorros e gatos percebem que o local onde dormem é quente demais, eles próprios buscam lugares mais frescos, como o mármore da cozinha.

Às vezes, porém, a área de circulação dos bichos é restrita a uma parte da casa, de modo que eles não têm a possibilidade de escolha.

É papel dos donos verificar se o ambiente em que seus animais de estimação dormem recebe muita luz durante o dia, o que aumenta a temperatura mesmo durante a noite, e é ventilado. Se necessário, o dono deve trocar o local da caminha.

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